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Sei lá

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Sei lá...hoje acordei de um sonho real Sonhei com homem, mulheres, pessoas Um ódio, os amores muita coisa que eu não queria. Sei lá, acho que homem é bicho solto Acho que a vida é liberdade e nós é que a aprisionamos Sei lá, acho que estou em nenhum lugar...

Crua

É isso mesmo... a parede tá crua, a alma tá crua a espinha tá crua  a música crua a comida crua a piscina  crua... ...quem vai cozinhar meu sexo em banhomaria e fazer uma calda bem constante de minha paixão? Tô meio sem tempero de prazer... Sonhei com você...acordada. Acho que essa crueza é saudade, mas não deveria ser assim... não deveria faltar fogo brando na cozinha alheia... não deveria tá sentindo falta de seu sabor no meu paladar... eu não deveria tá crua de você... Fátima dos Santos... crua de alguém

Quartinhas de Aruá

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Salve , Salve, Negrada!

Devido a alguns problemas técnicos e de cunho pessoal, nosso blog esteve sem atualizações nos ultimos 4 meses. Possivelmente retornaremos às postagens com novos artigos e poemas em novembro deste ano de 2010. Asé. Fátima dos Santos

Vermelhidão

Aos poucos recobre minha cor negra pós racismo secular vergonhoso com os meus antepassados. Vejo minha imagem imponente na história.

Felicidade Interna

F alsa realidade é viver E sperando por alguém que será L igeiramente seu e com I nsensatez machuca o peito C orroendo-o depressivamente I ncomodando sem incomodar D ando um ar de paz e A ngustia. D eixando você cada dia mais E nraizado de amor. I nconstante fica a sua vida N itidez, não a conheces mais T oma-te um escorregão E ai está: tudo no chão. R etomas a cabeça no lugar e N otificas que tudo foi uma ilusão, A cabou. 2002

É assim que eu quero...

De olhos claros e observadores De cabelos longos de toda uma história De boca cerrada e com mil declarações amorosas De uma total concordância entre o pomo-de-adão E a declividade de seus ombros. De uma pela segurança exprimida Em seus braços que me envolve E me faz sonhar com alguém assim Tão perfeito. Onde a perfeição é a berração E a deformidade é o que encanta, na verdade. Não temas, pois sei que não vou te encontrar, Já não existes mais no planeta azul E nem ao sul da minha existência. 2002